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CURSO SUPERIOR
PROFISSÃO
ÁREA DO CONHECIMENTO
 
Astrônomo
Remuneração
Salário médio inicial: R$ 2.000,00
O universo é o laboratório desse profissional que tem os olhos voltados para as estrelas, os planetas e as galáxias.
Quando D. Pedro I instalou o primeiro Observatório Nacional, em 1828, no Rio de Janeiro, os astrônomos tinham como função básica manter a hora oficial para orientar a navegação brasileira. Para isso, sempre ao meio-dia, disparavam um tiro de canhão. De lá para cá, a profissão do astrônomo evoluiu muito no Brasil. O Observatório é ainda o responsável pela hora oficial, mas o país já conta com telescópios modernos para esses profissionais estudarem o céu e contabiliza algumas centenas de doutores em Astronomia.

Mesmo assim, entrar no mundo de luas, estrelas, planetas e galáxias requer muitas horas debruçadas sobre os livros e nos observatórios, além de interesse por Matemática e Física. O Brasil possui apenas um curso universitário de Astronomia, o da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A grande maioria dos profissionais dessa área faz bacharelado em Física e, posteriormente, cursos de pós-graduação em Astronomia.

Apesar de adquirir um bom conhecimento da área durante a graduação, para conseguir bons empregos, o astrônomo precisa de pós-graduação. Além disso, dever ter bom conhecimento de informática, para que possa manejar e interpretar os dados de equipamentos sofisticados (telescópios, por exemplo), totalmente ligados a sistemas computadorizados. Conhecimentos de inglês são imprescindíveis nessa profissão, em que ainda há mais chances no exterior do que no próprio país.

O profissional pode dedicar-se à pesquisa (para isso deve fazer doutorado) ou lecionar Astronomia nas faculdades e colégios que oferecem essa disciplina, supervisionar satélites brasileiros em órbita, ou ainda trabalhar em observatórios e planetários.
Estável. O mercado ainda é bastante restrito. Por isso, são abertas poucas vagas regularmente. A área que mais oferece vagas é o magistério.
O astrônomo pode trabalhar como professor universitário ou do ensino médio, divulgar a Astronomia em observatórios e planetários, supervisionar satélites em órbita ou atuar em áreas como Astrofísica, Mecânica Celeste e Astrometria.
8 semestres, em média.
Bacharelado em Astronomia: UFRJ-Rio de Janeiro/RJ; em Física: Unicamp-Campinas/SP; UFRGS-Porto Alegre/RS; UFPR-Curitiba/PR; PUC-Rio de Janeiro/RJ; UFMG-Belo Horizonte/MG; Ufes-Vitória/ES; UnB-Brasília/DF; UCG-Goiânia/GO; UFPE-Recife/PE; UFBA-Salvador/BA; em Física com habilitação em Astronomia: USP-São Paulo/SP.

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