Os Inimigos das abelhas são, entre outros, os ursos e as formigas-argentinas. Esses e outros animais também podem destruir a colmeia em busca de alimento. Os cangambás e as libélulas frequentemente comem as abelhas operárias. Existe ainda um tipo de mariposa que pode arruinar uma colônia fraca comendo a cera dos favos. As operárias tentam proteger a colônia picando os invasores. Do Ovo à Larva. Assim que a rainha de uma espécie melífera põe um ovo, uma abelha começa a se desenvolver. Depois de três dias, uma minúscula larva vermiforme se arrasta para fora do ovo. As operárias levam a comida para as larvas. Cinco dias depois de a larva deixar o ovo, as operárias constroem uma tampa de cera sobre o alvéolo. A larva vermiforme transforma-se então numa ninfa, que se desenvolve até virar uma abelha adulta. O Crescimento da Rainha. Quando uma rainha desaparece ou decide construir outra colmeia, a colônia se mobiliza para conseguir uma nova rainha. As operárias selecionam algumas larvas para se tornarem rainhas. Elas são alimentadas apenas com geleia real. Ao mesmo tempo, outras operárias constroem alvéolos especiais para que as rainhas sejam criadas. Aproximadamente cinco dias depois de sair do ovo, a larva de rainha se transforma numa ninfa. Mais 11 dias e a jovem rainha adulta se arrasta para fora de seu alvéolo. O Voo Nupcial. Quando a jovem rainha emerge de seu alvéolo especial, as abelhas da colônia dão-lhe pouca atenção. Ela come mel e ganha forças. Se duas rainhas nascem ao mesmo tempo, elas lutam até que uma mate a outra. Depois de matar sua rival, a jovem rainha voa para fora da colmeia. Ela pode ser fertilizada por um ou vários zangões em seu primeiro voo. O zangão morre logo após a cópula. Dois dias depois, ela começa a pôr ovos. Mesmo tendo sido fertilizada por um único zangão, ela pode pôr ovos para o resto da vida, pois guarda os espermatozoides durante vários anos em uma cavidade especial do seu corpo, chamada espermateca. |