Tecido semelhante ao das glândulas, normalmente existente na parte superior da garganta, atrás das vias nasais. Na garganta dos recém-nascidos, esse tecido é encontrado em pequena quantidade. Em geral, ele se atrofia gradualmente e desaparece por volta dos 10 anos. Mas, às vezes, não ocorre essa atrofia e, ao contrário, o tecido adenóide aumenta em proporções variáveis até se tornar bem volumoso. É a essa formação que vulgarmente se chama adenóide. O tecido adenóide pode desenvolver-se tanto que passa a encher todo o espaço posterior das fossas nasais e a prejudicar a respiração pelo nariz. O tecido mole e esponjoso é cheio de cavidades que abrigam germes e facilmente se infecciona. Os microrganismos infectantes frequentemente provocam inflamação, de forma que toda a parte superior da garganta pode ficar obstruída. Torna-se então quase impossível respirar pelo nariz e toda a área fica inflamada e irritada. O tecido adenóide é, na verdade, tecido linfoide. É muito semelhante ao tecido da amígdala (ou tonsila palatina). O tecido adenóide e o tecido da amígdala formam um anel contínuo em torno da garganta – ver AMÍGDALA. Quando o tecido adenóide se infecciona frequentemente, o médico pode removê-lo por uma operação cirúrgica chamada adenoidectomia. |