Ao projetar uma embarcação, o engenheiro naval concebe a forma do produto, escolhe o motor, o propulsor e o casco. Também analisa sua segurança, fiscaliza a construção e faz a manutenção. São suas funções projetar diques e plataformas para prospecção de petróleo (além de tubulações para seu transporte) ou planejar sistemas de operação de transporte hidroviário, desenvolver pesquisas de materiais e de navegação interior e fazer planejamento portuário.
A atividade é atraente. Depois de uma séria crise, o setor de estaleiros e de empresas de navegação começou a ganhar fôlego. Outra alternativa de trabalho é projetar e construir médias e pequenas embarcações, atuar na indústria de pesca e na navegação fluvial, integrar-se ao Departamento de Engenharia Naval ou nas bases da Marinha brasileira e ainda trabalhar na Petrobrás. Rio de Janeiro e São Paulo são os melhores mercados, além do Amazonas, Ceará, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Parte desses engenheiros está nas sociedades classificadoras, entidades internacionais que dão certificado de segurança para as embarcações. A formação do engenheiro naval tem bases científica e teórica fortes, com disciplinas como Física e Matemática, Estudo de Sistemas Mecânicos, Arquitetura Naval e Sistemas Oceânicos. As boas escolas têm um grande tanque, com geradores de ondas e ventos, onde o estudante testa seus conhecimentos e pode analisar o comportamento de navios e outras estruturas nas mais diversas situações. Nas oficinas de modelos, os alunos projetam embarcações em miniatura, controladas por rádio, semelhantes a uma embarcação real.
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 | | Estável. Depois de um longo período de retração, o mercado dá sinais de crescimento, especialmente nos setores de pequenas embarcações e de logística de transporte. Boa perspectiva também na área oceânica, principalmente na exploração e produção de petróleo. |
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• Trabalhar em estaleiros; construir embarcações militares e de off-shore, que levam pessoal para as plataformas marítimas. • Planejar transporte hidroviário. |
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